segunda-feira, fevereiro 28, 2011

O PERIGO DE SE BUSCAR SATISFAÇÃO NAQUILO QUE DEUS PROIBE.

O PERIGO DE SE BUSCAR SATISFAÇÃO NAQUILO QUE DEUS PROIBE

A história de Sansão é uma das mais belas histórias das Escrituras. O nascimento de Sansão é um milagre duplo, primeiramente, na vida de seus pais que apesar serem crentes e fieis a Deus não podiam ter filhos devido à esterilidade da mãe de Sansão, mas a graça de Deus alcançou esta família concebendo a ela o privilégio de ter um filho para servir ao Senhor. A notícia foi dada à mãe de Sansão através de um anjo do Senhor, o menino seria um nazireu, e por isso deveria ser consagrado a Deus desde o ventre até o dia de sua morte. E por ser Nazireu, não poderia tocar em cadáver, tomar bebidas fortes ou cortar os cabelos, este era o requisito para uma vida de pleno louvor e honra a Deus.

Em segundo lugar, no nascimento de Sansão foi um milagre Divino para o povo judeu. Este menino seria abençoado por Deus e cheio do Espírito Santo, para livrar Israel das mãos dos filisteus, mudando assim a realidade de cativeiro e opressão vivenciada pelos servos de Deus.

Mas Sansão resolveu buscar satisfação para o seu coração naquilo que Deus proibia. Por capricho, vaidade e desobediência, tomou para sim esposas de povos que não amavam a Deus. Além disso, comeu mel de cadáver, no qual ele nem deveria ter tocado. E por ultimo Sansão tem os seus cabelos cortados pela traidora Dalila.

Esta é a historia de um homem que tinha tudo para ser um modelo positivo às gerações futuras, mas não é isso que acontece, Sansão se torna um exemplo a não ser seguido. Faltou fidelidade e temor ao Senhor e zelo pela obra que deveria realizar. Sansão buscou realizações para o seu próprio coração, mesmo que estas realizações estivessem distantes do prazer do Senhor. E foi traído, humilhado, envergonhado, ridicularizado.

Conosco também não é diferente, escolher trilhar o caminho da desobediência e negligencia espiritual, sempre trará sobre as nossas vidas as conseqüências da nossa própria rebeldia e da disciplina do Senhor. Por isso, fuja das paixões e dos enganos do seu coração pecaminoso, lute para obedecer o evangelho de Cristo com a mesma intensidade de força que Sansão demonstrava ao lutar contra os seus inimigos. Cuidado com os caminhos e com as decisões que comprometem à Palavra de Deus, por que sempre que tomarmos posturas que ferem os principios das Escrituras, sofreremos as conseqüências terríveis da nossa rebelião. Portanto, nunca se esqueça, que mesmo que o pecado tenha gosto de mel, ele cheira mal e o seu fim sempre será amargo, trágico, vergonhoso.

JUSTOS PARA CON DIOS

Justos para con Dios

El Señor nos enseña a dar para recibir y trabajar para obtener fruto, así que busca ser justo compartiendo lo que recibe


 La justicia es un valioso principio del Reino de Dios. Jesús fue hecho pecado al cargar con los nuestros para hacernos justicia y darnos la vida eterna (2 Corintios 5:21). Entonces,  muchas veces somos injustos con Dios y debemos corregir ese error.

El Señor no nos salvó por misericordia, sino que pagó el precio, es decir, fue un acto de justicia. Nos rescató de las manos del maligno y dio a Su hijo en pago, no robó o arrebató. Con el sacrifico de la salvación, Dios nos enseña a ser justos porque dice la Palabra que “El labrador debe trabajar para ver el fruto”. Eso es justicia, pagar para obtener algo valioso, trabajar para obtener resultados.

Pablo nos enseña a utilizar la justicia como arma a nuestro favor, en pureza, sin tropiezo, a la luz del Espíritu Santo que nos ha socorrido en todo tiempo (2 Corintios 6: 1-7). Tomemos esta arma y seamos justos en nuestra acciones delante de Dios y de nuestros hermanos. Jesús dijo que buscáramos primeramente el Reino de Dios y Su justicia porque todo lo demás sería añadido.  Ser trabajadores en Su Reino, no es un acto de misericordia sino de justicia para quien ha sido justo con nosotros y pagó con Su sangre por nuestra salvación.

Si eres justo nada te hará falta porque todo lo demás vendrá por añadidura. Prosperar, tener una vida de bienestar no se trata de apelar a la misericordia de Dios, se trata de ser justos con Él, así como lo fue con nosotros, trabajar en Su obra y dar frutos de bien

Ser justo significa demostrar rectitud y corrección en el pensar y actuar porque respondemos de acuerdo a lo que hemos recibido.  El Salmo 37: 25 claramente dice que los justos no serán desamparados, no se refiere a los  líderes de grupo, pastores o personas que cantan coros en la iglesia. Son los justos quienes siempre recibirán provisión.  La Palabra hace justicia.

Vale la pena ser justo porque  Dios anhela bendecir a quienes le imitan, ¡incluso habla de la herencia de nuestros nietos y de la riqueza que recibiremos de manos del pecador! (Proverbios 13:22-23) Si eres justo con Él y con tus hermanos, no desesperes porque la bendición está por venir.¡Créelo, Él no miente y es justo!

Producir es un acto de justicia. Recordemos que la parábola de los talentos (Mateo 25: 14-30) cuenta que un señor le dio cinco talentos a un hombre, dos a otro y uno al tercero.  Los que recibieron más, produjeron el doble y se quedaron con el fruto de su esfuerzo. Pero el que recibió solamente uno,  actuó injustamente ya que no produjo, además de ser rebelde. Incluso ¡se atrevió a decirle a su señor que era injusto porque segaba donde no había sembrado, cuando fue él quien le dio el talento! Esa actitud es injusta y arrogante. Todo lo hemos recibido del Señor que merece abundante fruto de lo que nos ha dado.

Aprovecha la vida, salud y trabajo que te Dios te ha dado, produce, prospera y comparte lo que obtengas.  Debemos devolver más de lo que recibimos del Señor porque la falta de productividad es condenada con tinieblas, por el contrario, el que produce y devuelve, siempre ve la luz. Mientras más obras de justicia hagamos, más responsabilidad tendremos y más recibiremos.  La justicia se refleja en recibir, dar, producir y compartir.

El justo tiene abiertas las puertas de los cielos ya que  el privilegio de ser escuchado por el Señor también es fruto de la justicia (Santiago 5:16) que implica dar y recibir. La vida cristiana se trata de sembrar y cosechar para activar la justicia del Señor. Dios no es injusto y no se olvida de lo que damos. Deja de clamar misericordia y empieza a caminar en justicia. Si sabes que has dado, tendrás la certeza de que recibirás con justicia (2 Corintios 9:6-7) porque la prosperidad económica es consecuencia de ser justo, no de la misericordia divina.

El Señor es dador alegre, por eso ama a quienes le imitan. Él no dio a Su Hijo a regañadientes, sembró la vida del Cordero y nos recibió como cosecha.  Así que es justo que respondamos con la misma generosidad y entrega. Actúa justamente donde estés, a otros dales tu misericordia, pero a Dios dale justamente.  Entrégale tu corazón para que Su justicia se vea reflejada en tu vida y la compartas con quienes te rodean.



quarta-feira, fevereiro 23, 2011

DIFICULDADES, A PALABRA E REAÇÃO.

Dificuldades, a Palavra e Reação.

Isto é a minha consolação na minha aflição, porque a tua palavra me vivificou. Salmos 119:50. O SENHOR é a minha porção; eu disse que observaria as tuas palavras. 119:57. Nunca me esquecerei dos teus preceitos; pois por eles me tens vivificado. 119:9.3

Dentre as muitas qualidades que o Salmista encontrou na Bíblia, uma em especial chama a atenção daqueles que enfrentam durezas na vida: “Quando estou cercado de problemas e dificuldades, uma coisa nos ensinam e nos consola é que a palavra de Deus nos enche de forças para enfrentar as situações difíceis.


Ignorar problemas e dificuldades são manias que temos para camuflar a situação. No fundo, é óbvio que as coisas não vão bem. Mas, para manter as aparências, negamos os problemas. Negamos para os outros. E terminamos enganando a nós mesmos.

Quando tudo isso acontece, passamos a carregar a nossa existência como um fardo triste, desapontador, que abala a nossa fé e confiança. Contrariamente à postura de negação, o Salmista oferece outro tipo de testemunho: pôr em prática a as recomendações Bíblicas nos “enche de graça e poder para enfrentar a situação”.

Este vocabulário forte e direto do Salmista combina perfeitamente com a experiência de todo cristão que ousa alimentar-se da Palavra, que insiste em obedecê-la. As soluções não são meras “faz de conta”. Elas são realistas e exigem cristãos comprometidos com a realidade da vida e a realidade do Cristo em nossa vida.

Brincar de ser cristãos não pode dar certo. Vivenciar as disciplinas contidas na Palavra e ser um verdadeiro cristão, sempre dá certo.
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PAZ

“O crack destruiu meu pai”

“O crack destruiu meu pai”

Herdeira de uma família de empresários cariocas, Isabella Lemos de Moraes prepara livro sobre a dependência química do pai


Foto: Isabela KassowAmpliar
Isabella Lemos de Moraes decidiu contar em livro como sua família lidou com a dependência química do pai, que foi viciado em crack
“Desde os anos 70 o crack é uma droga do high society. Só que ninguém fala.” A afirmação é de Isabella Lemos de Moraes, filha mais velha de João Flávio Lemos de Moraes, um dos herdeiros do outrora poderoso grupo Supergasbras, onde chegou a ocupar o posto de vice-presidente do Conselho de Administração. Em entrevista ao iG, sua filha detalha agora o drama familiar: durante sua adolescência e juventude, Isabella viu o pai virar dependente químico e, mais tarde, ser diagnosticado com transtorno bipolar.
“O crack destruiu meu pai, e minha família também adoeceu”, diz Isabella, a mais velha de quatro filhos do empresário (há quatro anos, a família descobriu que João Flávio teve uma filha, Hailey, de 18 anos, nos Estados Unidos, em uma relação extraconjugal). Ela planeja organizar um livro contando os dramas e as histórias de superação da sua família, conforme antecipou a colunista Lu Lacerda .
A ideia, segundo Isabella, surgiu em 1990 quando ela leu “Little Girl Lost”, a autobiografia da atriz norte-aricana Drew Barrymore sobre a dependência de álcool e droga. Isabella afirma que nunca usou drogas, mas viu seus dramas mais íntimos relatados no livro da atriz. Desde então, quis compartilhar sua experiência, mas só agora – após dois anos ininterruptos de análise – começa a elaborar tudo o que viveu.
A família de Isabella ficou conhecida graças ao império Supergasbras Distribuidora de Gás S/A, fundado por seu avô Wilson Lemos de Moraes, que faleceu no ano passado. O clã alienou a empresa em 2004, quando passou a se dedicar à parceria com a montadora Scania, de quem é representante para a América Latina. Os Lemos de Moraes também atuam no agronegócio, com fazendas de café e criando gado para corte.
Foto: Isabela KassowAmpliar
"Na alta sociedade tem muita gente usando crack e a família não fala porque parece ser aquela droga suja, de rua"
Nas décadas de 1970 e 1980, João Flávio foi um personagem conhecido da sociedade carioca. Foi repetidas vezes mote de reportagens da extinta revista Manchete, homenageado especial no programa “Boa Noite, Brasil”, de Flávio Cavalcanti e amigo de Roberto Carlos, que se tornou padrinho de seu filho João Flávio Lemos de Moraes Filho. Colunas sociais da época o tratavam como o “Alain Delon” brasileiro, em referência à beleza e ao poder de sedução do famoso ator francês.
Nos anos 1980, João Flávio se mudou com a família para Los Angeles (EUA). “Foi lá, aos 10 anos, que descobri que meu pai era viciado”, conta Isabella. A partir daí, segundo ela, a família passou a acumular uma série de histórias tristes que ela pretende compartilhar no livro que prepara, para “contar casos de superação”. Ela própria sofreu crises de anorexia e bulimia, e hoje entende isso como um pedido de socorro de uma jovem diante de uma família que também adoeceu com a dependência química do pai.
Procurado por e-mail e por telefone, João Flávio – livre das drogas há cerca de 5 anos – nada comentou sobre a decisão da filha de relatar em livro as histórias da família. Isabella diz que será cautelosa na edição: “Minha família vai ler tudo antes. A ideia não é expor ninguém, mas contar como um ambiente com drogas pode ser muito ruim para todos os que vivem nele”, explica. “Quero que minha história possa ajudar outras pessoas, assim como o livro da Drew Barrymore me ajudou”, diz.
Aos 35 anos, ela cursa o quarto período de jornalismo na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Isabella é mãe de um adolescente de 15 anos e atualmente está solteira. Seu maior projeto no momento é se dedicar à profissão escolhida. “Quero escrever uma coluna em revista, sobre coisas que possam ajudar as pessoas”, diz. A seguir, a entrevista de Isabella ao iG:
iG: Não teme que o livro cause desconfortos?
Isabella Lemos de Moraes: Na alta sociedade tem muita gente usando crack e a família não fala porque parece ser aquela droga suja, de rua, pesada. Os que enfrentam esse problema na família costumam dizer que a internação ‘foi por causa de cocaína’. Não é nada, é crack! Desde os anos 70 o crack é uma droga do high society. Só que ninguém fala. Quanto mais as famílias escondem, pior para a sociedade e para quem está usando. O livro não tem o objetivo de prejudicar ninguém, muito menos meu pai, que eu amo. Quero que ele possa ajudar a pessoas que passam pelo mesmo problema que eu passei em casa e que até hoje tem reflexos na minha vida pessoal.
iG: Seu pai foi dependente de crack?
Isabella: Foi, isso o destruiu. Tem que ter uma campanha muito forte, é um caminho quase sem volta. E meu pai, além disso, tem uma doença psiquiátrica. Ele é bipolar. Também quero chamar a atenção para essa doença, que é séria, e que atinge todas as classes sociais. Eu vivi um inferno. Eu e meus irmãos. Minha mãe ficou 25 anos casada com meu pai. Foi horrível. Todos ficamos cheios de traumas, mas estamos conseguindo superar.
iG: Quando você descobriu que seu pai usava drogas?
Isabella: Aos 10 anos. Tive muita dificuldade de aceitar, eu não sabia direito o que estava acontecendo e menos ainda como lidar com a situação. Nós éramos muito agarrados e, de repente, o comportamento dele mudou. Ele começou a ficar agressivo.
iG: Alguma história te marcou mais neste período?
Isabella: Uma vez, numa alucinação muito grande, em Los Angeles, ele sumiu com meus irmãos, que então tinham 13, 11 e 9 anos. Eu tinha uns 17. Ele achava que eu e minha mãe iríamos tirar os filhos dele, porque ele sabia que estava fazendo coisas inadequadas dentro de casa. A gente deu queixa, e a polícia foi atrás do meu pai. Ele foi pego com uma quantidade enorme de drogas, o que permitiu que a prisão fosse tipificada como tráfico. Um de meus irmãos, que já usava cocaína, teve uma overdose. De uma só vez, vi meu pai ser preso, um irmão ser internado e os outros dois levados para um abrigo, pois, diante disso tudo, minha mãe também passou a ser observada pela polícia. Eles queriam ver se ela era apta a ter a guarda dos filhos. Foi horrível.
iG: Seu pai usava drogas e tinha alucinações na frente dos filhos?
Isabella: Sim, muitas vezes. Ele cismava que conversava com Elvis Presley, por exemplo. Às vezes ficava muito agressivo, eram gritos, brigas infindas. Mas quando ele estava bem, voltava a ser a melhor pessoa do mundo. Eu sinto falta de ter tido um pai mais participativo. Mas a doença dele, a bipolaridade, também ajudou muito nisso tudo.
iG: Você batizou seu filho de João Flávio como forma de homenagear seu pai?
Isabella: Há 15 anos, quando engravidei, eu achava que batizar meu filho com o nome dele era uma forma de mexer com seus sentimentos e convencê-lo a deixar as drogas. Isso era uma ilusão, mas eu achava que podia ajudá-lo. Eu não tinha a consciência que tenho hoje em dia. Hoje eu entendo que ele não fazia nada de sacanagem, mas eu sofria muito com aquilo. Ainda sofro.
iG: Você menciona muito que ficou traumatizada...
Isabella: Eu sentia muito medo. Tive e ainda tenho sérios problemas de autoestima. Aos 17 anos enfrentei a anorexia e a bulimia. E claro que isso tudo tem um porquê. Era uma forma de pedir socorro, de falar “olhem para mim, quem está doente agora sou eu”. Claro que hoje digo isso conscientemente, na época não era.
iG: Você e seu pai já conversaram sobre como ele entrou nessa?
Isabella: Ele alega dois motivos. O primeiro foi o pai dele ter adoecido logo que a gente chegou aos Estados Unidos. Diz que entrou numa depressão muito grande. O segundo era a timidez. Ele era muito requisitado, tinha de estar em festas, em eventos públicos, programas de TV, e alega que a droga o ajudou a vencer a timidez. Curioso é que até os 30 anos meu pai nem álcool bebia. Ele já começou com cocaína, e adoeceu muito rapidamente. A droga o consumiu de uma forma avassaladora. E quando juntou a doença psiquiátrica com a droga, ele não conseguiu sair. Faltou ajuda especializada.
iG: Era vergonha de admitir que ele havia se tornado um dependente químico? Ser de uma família rica e popular atrapalhou?
Isabella: Acho que a vergonha atrapalhou muito. E também acho que o dinheiro pode ter atrapalhado, no sentido de que se imagina que ele resolve tudo. Acho que se meu pai tivesse recebido menos dinheiro, se tivessem passado menos a mão na cabeça dele, se tivessem encarado o problema de frente, com o tratamento certo, com limites – e aí incluo a postura da minha mãe, que deveria ter se separado antes –, talvez tivesse tido jeito. No nosso caso, a maneira como o dinheiro foi usado atrapalhou, sim.
iG: E você nunca usou drogas?
Isabella: Eu peguei trauma de droga. Como contei, ainda tive um irmão que se envolveu com drogas muito precocemente e, claro, pelo acesso à droga que havia em casa. Minha mãe sofreu muito.
iG: Como seu pai reagiu quando soube da sua intenção de escrever o livro?
Isabella: No começo ele teve um pouco de dificuldade, reclamou da exposição. Mas além de todo mundo saber que ele foi usuário de drogas, ele mesmo já participou de uma campanha contra as drogas. Isso não é novidade para ninguém. A novidade é mostrar como eu, minha mãe e todos os meus irmãos passamos por isso. Não é a história de João Flávio Lemos de Morais. É a história de uma família que tem como um de seus integrantes um dependente químico. E ele não tem culpa de nada. O que aconteceu foi por causa das drogas e dos tratamentos equivocados que ele recebeu.



    terça-feira, fevereiro 15, 2011

    DESCENDENCIA

    DEVOCIONAL – Descendência.
    “E coabitou Caim com sua mulher; ela concebeu e deu à luz a Enoque.
    Caim edificou uma cidade e lhe chamou Enoque, o nome de seu filho.”
    (Gênesis 4:17).

    Interessante que ninguém questiona o fato de Caim ser amaldiçoado é uma unanimidade, o texto não dá margem a outro entendimento. Mas leia os próximos 5 versículos e note uma curiosidade a descendência de Caim fez as grandes obras registradas. Edificaram cidades, construíram instrumentos, trabalharam os metais. Por quê?
    Simplesmente por que a maldição de seus antepassados pode ser quebrada e não precisa necessariamente definir o seu destino. Não quero entrar aqui no aspecto da hereditariedade da maldição, mas apenas no aspecto prático: se os descendentes de Caim prosperaram e se multiplicaram, se eles puderam fazer coisas importantes e escrever a história – e quanto a nós? Pode algo nos impedir? Se Caim amaldiçoado e marcado encontrou uma esposa e se casou e teve filhos e prosperou, por que motivo nós não podemos almejar constituir uma família, vida financeira estabilizada, saúde...? Será que Caim vai nos deixar para trás?
    Em síntese, devemos olhar em frente ao conduzir nossa vida em vitória por meio de Cristo Jesus. Não devemos nos apegar ao que nos contam ou nos impõe, mas sim ao que a Palavra de Deus, a Bíblia, nos promete. É a promessa Dele que conta, não a história de seus pais ou antepassados. Pode até ser que isso imponha algumas dificuldades, porém
    vá atrás da promessa para sua vida e não da deles.Há uma eternidade para entender de Deus o que hoje é polêmico para nós ou de compreensão difícil.
    Mas o tempo de viver uma vida abundante e que vale a pena – começa aqui e agora. Não se intimide: posicione-se em Deus e siga em frente.
    ABRACOS A TODOS PAZ

    quinta-feira, janeiro 27, 2011

    Cuando el amor se agota

    El amor y la ilusión no bastan para tener una relación estable, duradera y feliz. Recupera la inocencia y entrega de un corazón puro.

    2do. libro de Samuel 13:1-5 cuenta: Aconteció después de esto, que teniendo Absalón hijo de David una hermana hermosa que se llamaba Tamar, se enamoró de ella Amnón hijo de David. Y estaba Amnón angustiado hasta enfermarse por Tamar su hermana, pues por ser ella virgen, le parecía a Amnón que sería difícil hacerle cosa alguna. Y Amnón tenía un amigo que se llamaba Jonadab, hijo de Simea, hermano de David; y Jonadab era hombre muy astuto. Y éste le dijo: Hijo del rey, ¿por qué de día en día vas enflaqueciendo así? ¿No me lo descubrirás a mí? Y Amnón le respondió: Yo amo a Tamar la hermana de Absalón mi hermano. Y Jonadab le dijo: Acuéstate en tu cama, y finge que estás enfermo; y cuando tu padre viniere a visitarte, dile: Te ruego que venga mi hermana Tamar, para que me dé de comer, y prepare delante de mí alguna vianda, para que al verla yo la coma de su mano.

    Amnón se enamoró de su media hermana. Las mujeres vírgenes eran cuidadas de tal forma que era muy difícil acercárseles. Una doncella representaba gran honor y valor.  Entonces él veía muy difícil enamorar a Tamar. Ahora hay jóvenes con una actitud parecida. Son tímidos, se angustian y creen que no podrán acercarse a la joven que les gusta.

    También persisten hasta nuestros días hombres astutos como el primo que le aconsejó fingir enfermedad. La táctica funcionó porque David hizo que la bella hermana llegara a la habitación y le cocinara al supuesto enfermo. Ya en esa situación, Amnón pidió que  los dejen solos y obviamente sucedió lo inevitable.

    2do. libro de Samuel 13: 10-13 continúa: Entonces Amnón dijo a Tamar: Trae la comida a la alcoba, para que yo coma de tu mano. Y tomando Tamar las hojuelas que había preparado, las llevó a su hermano Amnón a la alcoba. Y cuando ella se las puso delante para que comiese, asió de ella, y le dijo: Ven, hermana mía, acuéstate conmigo. Ella entonces le respondió: No, hermano mío, no me hagas violencia; porque no se debe hacer así en Israel. No hagas tal vileza. Porque ¿adónde iría yo con mi deshonra? Y aun tú serías estimado como uno de los perversos en Israel. Te ruego pues, ahora, que hables al rey, que él no me negará a ti.

    Nota que Tamar no se negó, solamente le dijo que para poder ser suya debía hablar con el rey. Ella nunca lo rechazó. Muchas veces el miedo al rechazo nos lleva a tomar malas decisiones. Aunque es difícil, supera tu temor, acércate a la joven que te atrae, háblale, invítala, llámala, escríbele un poema, nada pierdes con intentarlo. Las mujeres también anímense, háganle ojitos al muchacho, mándenle una notita, arréglense para él. Dios quiere verlos felizmente casados, pero la fe sin obras está muerta.  ¡Pilas!  Hay un refrán que dice: el peor gorgojo se come la mejor mazorca. También dicen: todo feo tiene su gracia.  Aunque creas que no puedes hacer nada por tu apariencia, sí puedes hacer mucho por tu actitud.  Busquen acercarse a la persona que les atrae, no tengan miedo al rechazo.

    Además, asume la actitud correcta. No seas como Amnón que empezó a planear intrigas y engaños. Es mejor ser sincero e ir de frente. Al toro por los cuernos. Dile abiertamente a la joven que te agrada su compañía y quisieras conocerla. Si se niega, ella se lo pierde. Además, solamente una de ellas debe acceder a tu petición, no importa cuántas se nieguen. Mientras pienses que te dirán “no”, jamás te ilusionarás con el “sí” que puedan darte.

    El pecado sexual

    2do. libro Samuel 3: 14-15 sigue la historia: Mas él no la quiso oír, sino que pudiendo más que ella, la forzó, y se acostó con ella. Luego la aborreció Amnón con tan gran aborrecimiento, que el odio con que la aborreció fue mayor que el amor con que la había amado. Y le dijo Amnón: Levántate, y vete.

    El amor puede desaparecer fácilmente. Cuida tu corazón, no de enamorarte, sino de que el amor se aleje. Para ser feliz en un noviazgo o matrimonio el amor no basta, necesitas más. Es un buen primer paso pero no es suficiente. Cuando el pecado entra en el corazón, el amor se va.  Como le sucedió a Amnón, que pecó y no quiso escuchar a su amada y tuvo relaciones con ella antes de tiempo. Si no la pudo oír para no cometer pecado, tampoco la escuchó para evitar deshonrarla después. Escucha bien jovencita, hay hombres ansiosos de tener intimidad contigo, pero aunque tu pareja te ame con todo el corazón, si no estás casada no es tiempo de entregarte en una relación sexual porque corres el riesgo de que ese amor se convierta en aborrecimiento.  Si ese hombre no te escucha para respetar tu cuerpo tampoco lo hará para respetar tu corazón. Si buscas alguien que respete tus sentimientos, pensamientos y tu vida, también debe respetar tu cuerpo.

    Amnón cometió pecado sexual. Ahora es muy común y secreto, los jóvenes lo esconden pensando que nadie se enterará y que no tendrá consecuencias. El pecado carnal es un gran estafador. Cuando la tentación toca la puerta dice “todo va a estar bien, sólo acuéstate con ella”. Este pecado provoca odio,  aborrecimiento e ira. Muchas relaciones de pareja terminan cuando le abren la puerta al pecado sexual. El noviazgo no es momento para la intimidad. Las caricias insinuantes no son permitidas en un noviazgo cristiano. Si deseas tener una relación sexual con esa mujer que te gusta y amas, paga el precio, primero pon el anillo en su mano, cásate y obtén el beneficio.

    Hoy ya no llamamos pecado sexual a lo que realmente lo es. Para muchos jóvenes es normal  besarse y acariciarse, porque erróneamente piensan que no hay pecado siempre y cuando no existe intimidad plena. Cometes pecado con sólo ver a una mujer para codiciarla en tu corazón. No se necesita que el acto se consume en la carne, con el pensamiento basta. No le des cabida en tu corazón o mente a la fornicación.

    Consecuencias del pecado sexual

    Santiago 4:1 nos dice:  ¿De dónde vienen las guerras y los pleitos entre vosotros? ¿No es de vuestras pasiones, las cuales combaten en vuestros miembros?

    Cuando combates contra pasiones sexuales  te enfrentas también al ahogo del amor y el aborrecimiento hacia tu pareja. Si quieres tener un matrimonio feliz y vivir contento con tu pareja cuídate del pecado sexual. Tal vez es el camino más placentero y corto pero también es el más doloroso.

    Este pecado trae muchas consecuencias negativas. Los noviazgos se terminan, las personas son más celosas, llenas de ira y asperezas. No lo cometas, libérate de él, húyele. Cuídate de la fornicación. El diablo huye de ti si eres firme en Dios, pero el pecado sexual no se aleja tan fácilmente. Si la televisión, una revista, el internet o estar a solas con tu pareja te orillan al pecado, huye de esas situaciones. No te dejes dominar. Sal corriendo y deja la batalla. Yo fui novio de mi esposa por cinco años y ocho meses. Nuestra luna de miel fue la primera vez que estuvimos juntos. Lo logramos porque nos reconocimos vulnerables frente a la tentación para poder evitarla. Aunque somos pastores y predicadores con gran unción y gracia ante los ojos de Dios, lo único que nos permitió guardarnos en santidad fue evitar los momentos de tentación. El pecado puede tocar la puerta aún del más ungido. Si eres capaz de besar a tu pareja y no desear algo más, eres privilegiado y te envidio, yo no puedo, así que lo mejor era evitar las situaciones delicadas.

    Fui honesto conmigo, con mi novia y con Dios. Nos mantuvimos en santidad evitando momentos que nos hicieran jugar con el pecado. Si quieres ser libre, comienza por ser honesto y el Señor te ayudará.  No trates de levantar una fachada o intentar ser lo que no eres, sé honesto. Todo joven pasa por dichas tentaciones, es normal tener esos pensamientos y deseos. Lo que no es normal es darle cabida a los pensamientos de pecado para tomar una acción equivocada.  Dile al Padre que es tu deseo guardarte hasta el día de tu matrimonio, ofrécele tu mejor esfuerzo por mantenerte puro y santo porque Él te ama y tú le amas tanto a ÉL como a la persona con quien deseas estar.

    Qué pasa cuando el amor se agota


    Amnón estaba muy enamorado, sin embargo, pronto ese amor desapareció. Hay parejas con una experiencia similar. Yo he escuchado a novios, incluso esposos que me dice: “pastor, ya no siento nada”.  Eso sucede cuando dejas que el mal entre en tu relación y ahogue el amor. 

    Mateo 24:12 y por haberse multiplicado la maldad, el amor de muchos se enfriará.

    El pecado enfría el amor, la santidad lo renueva. Este hermoso sentimiento es como una flor, si quieres que no se marchite debes cuidarlo. Estar enamorado de alguien no es suficiente para ser feliz, se necesita más que eso. Hay un momento en la vida que nuestras ilusiones corren el riesgo de acabarse. Cuando era un  niño de 4 ó 6 años, mis abuelos nos llevaron a todos los nietos a disneylandia. Al entrar y ver al ratón Mickey la magia nos envolvió. Salí de allí creyendo que este personaje y todo cuanto observé era verdadero. Luego, de adolescente  de 12 ó 13 años regresé con la ilusión de saludar a ese ratón que yo suponía real.  Después de darle la mano y salir, repentinamente volteé a ver y descubrí el zipper del disfraz. Fue una gran decepción, se me cayó la ilusión.  También me subí a los mismos juegos de años atrás, pero todo aquello que antes me impresionaba, en ese momento se convirtió solamente en mecanismos que funcionaban de cierta forma y eso también me decepcionó. La ilusión se derrumbó y empecé a buscar el truco de todo lo que antes me asombraba. Ese día perdí el corazón de niño.

    Lo mismo sucede con las parejas ilusionadas y enamoradas. Al inicio todo es novedad, uno ve a la persona perfecta. Hasta el aliento siempre le huele bien, no hay nada que empañe esa percepción de agrado. Los primeros tres meses crees que definitivamente encontraste al príncipe azul, hasta que tú también descubres el zipper de su disfraz. Ves que comete errores  y entonces inicia la desilusión.  En tu trabajo puede pasar lo mismo. Al inicio todo es ideal, hasta que poco a poco descubres que allí también hay compañeros que hablan mal del jefe y te das cuenta que no todo es tan perfecto como parecía.

    Los recién casados  pasan por una situación similar. Ves al novio tan guapo y a la novia con un esmerado maquillaje y peinado que tomó tres horas de esfuerzo.  Ya en  la luna de miel, notas que aquel hombre que sólo decía palabras dulces, ahora ronca toda la noche. Además, la mujer que siempre estaba arreglada, se presente tal como es. Luego inician las ofensas o errores y la emoción se acaba. Este proceso sucede más rápido donde hay pecado. No dejes que el error de otro agote tu ilusión.

    Con los padres sucede lo mismo. Muchos crecieron admirando a sus padres. Ellos eran los héroes que lo podía y sabían todo. De pronto,  los ven como viejos anticuados que no están a la moda, que  solamente regañan y castigan. Además de criticar la ropa que usas y lo que deseas hacer. Entonces empiezas a admirar a jóvenes de tu edad, que tienen carro o son populares.

    Otros llegan a la iglesia muy ilusionados por la idea de entregar su vida al Señor. Van a su célula y ven a su líder con tal admiración que piensas que sólo le falta la aureola. Luego se dan cuenta que entre cristianos también se comenten errores.  Eso le pasó a Amnón, anhelaba a esa mujer para luego decirle al ciervo: sácala de aquí y cierra la puerta. No quiso ni oírla. Este es el peligro, cuando la ilusión se va:  primero cierras tu oído a las razones, luego  sacas de tu vida a la  gente que algún día amaste, también hablas mal de esas personas y por último le cierras la puerta a esa relación.  Imagina si Jesús hiciera lo mismo sería terrible.

    No busques culpables y pide perdón


    El amor de algunos hacia su pareja, padres o hijos se ha agotado. Así como la pasión por servir en tu grupo o iglesia también puede haberse perdido. No cometas el error de Amnón, no culpes a otro porque esa actitud te impedirá abrir de nuevo la puerta que estás cerrando.

    Amnón nunca fue sincero, decidió engañar para lograr sus objetivos. Si hubiera reconocido su error y pide perdón por engañar a esa mujer y forzarla todo hubiera sido diferente. Es muy fácil culpar a otro. La esposa  puede culpar a su marido por la ruptura, aunque sería más honesto decir que no se sujetó al esposo.  Los hijos pueden culpar a sus padres de incomprensión o falta de atención, pero sería más honesto decir que ellos tampoco han honrado a sus progenitores.

    Es fácil criticar a tu jefe por un regaño o despido, pero es más honesto reconocer que también murmuraste de él. Cuando pecas, tu corazón se endurece. Es fácil cortar a tu novio o desistir de tu célula porque te ofendieron, pero es más honesto reconocer el orgullo de tu corazón. Es mejor ser honesto, ya no culpes a otros, mejor observa tu interior. Verás que tal vez iniciaste con un pecado a escondidas, viste mal a otra mujer, la codiciaste en tu corazón y eso trajo problemas en tu matrimonio. Quizá tu esposa no lo notó pero Dios sí y eso te trajo dificultades. Ahora dices que tu esposa es mala y no te das cuenta que fue esa actitud tuya la que trajo algo desagradable a tu vida. Algunos se apartan de Dios, dejan de orar y culpan a otro cristiano por su actitud.

    En Eclesiastés 7:10 leemos: Nunca digas: ¿Cuál es la causa de que los tiempos pasados fueron mejores que estos? Porque nunca de esto preguntarás con sabiduría.

    Cuando en alguna relación de tu vida, novia, padres, en tu grupo, el pasado fue mejor que el presente y no sabes la razón es porque allí hay falta de sabiduría y sensatez delante de Dios para reconocer tu error. Ahora es un momento de honestidad contigo y con el Señor, deja de señalar a otro.

    Recupera tu primer amor

    Apocalipsis 2: 1-5 advierte:  Escribe al ángel de la iglesia en Efeso: El que tiene las siete estrellas en su diestra, el que anda en medio de los siete candeleros de oro, dice esto: Yo conozco tus obras, y tu arduo trabajo y paciencia; y que no puedes soportar a los malos, y has probado a los que se dicen ser apóstoles, y no lo son, y los has hallado mentirosos; y has sufrido, y has tenido paciencia, y has trabajado arduamente por amor de mi nombre, y no has desmayado. Pero tengo contra ti, que has dejado tu primer amor. Recuerda, por tanto, de dónde has caído, y arrepiéntete, y haz las primeras obras; pues si no, vendré pronto a ti, y quitaré tu candelero de su lugar, si no te hubieres arrepentido.
    Si has perdido tu primer amor, arrepiéntete ahora y pídele a Dios que te ayude a recuperar ese corazón fresco capaz de ilusionarse. Yo recuperé la ilusión de ver al ratón Mickey, cuando regresé a Disneylandia con mis hijos y aprecié todo a través de sus ojos infantiles. No dejes que tu corazón envejezca. Vuelve a ser aquel niño que no dudaba. La Biblia dice que el amor todo lo cree. Vuelve a tus padres, a tu mujer, a tus hijos y al Señor, no pierdas la pasión por vivir, compartir y servir.

    Recupera el amor por tu familia, la honra  por tus líderes y la entrega por las ovejas. Hazlo por tu propia salud emocional, por mantenerte como un niño, porque son ellos quienes entrarán en el Reino de los Cielos. Pide perdón por tus actitudes, no cierres la puerta ni menosprecies a nadie. Abre tu corazón y entrégaselo al Señor que es fuente de todo amor.

    Abrazos del misionero,Paz